A Física Quântica na Gestão Empresarial
Publicado em 05. nov, 2009 por Paulo Botelho em Conhecimento, Gestão Empresarial
Criada em 1900 por Max Planck, a Física Quântica constitui a base de toda a física moderna. Planck afirmava que a energia radiante tem, como matéria, uma estrutura descontínua que só pode existir sob a forma de átomos. Albert Einstein, ao propor a Teoria da Relatividade, estabelece, prioritariamente, o nuclear do ser humano em sua dimensão holística (holis, do grego, totalidade). Feitos de matéria estelar, somos todos filhos do sol, como intuiam os Incas e os Maias.
Einstein, cuja equação mais importante do Século XX ( Energia é igual à massa, multiplicada pela velocidade da luz ao quadrado) completou em 2008, cento e três anos, intuiu que quando se acende a luz há um percurso de 300.000 quilômetros por segundo. É por isso que nos habituamos logo à claridade. Não nos espantamos com a rapidez com que uma sala se ilumina. – Mas, e quando apagamos a luz? Ficamos atordoados. Por quê? – Porque não sabemos com que velocidade viaja a escuridão. Einstein dizia que apenas duas coisas são infinitas: o universo e a burrice humana!
O universo quântico é um mundo de sistemas processados e não de coisas isoladas; de relações criativas e não de estruturas rígidas; de flexibilidade e procura do significado e não de força ou poder. Portanto, rigidez de estruturas, controles, hierarquias e autoritarismos não combinam com a empresa quântica. E ela pode ser quântica na medida em que for o oposto das proposições psicologísticas. Caso contrário, ela não conseguirá ser competitiva e acompanhar a dinâmica da evolução; da complexidade e da relatividade. O papel do dirigente quântico é o de remover obstáculos; fazer as pessoas se engajarem no processo de criação de sua própria realidade, que é a realidade da empresa, além de estabelecer mecanismos de participação em todos os níveis da estrutura organizacional.
A partir de relacionamentos não-autoritários, as pessoas ficam mais propensas a buscar harmonia, a ouvir e a discutir. Os processos grupais de discussão livre, sem barreiras, censuras ou críticas sempre fazem emergir algo de novo e produtivo. O conhecimento passa a ser matéria prima para tudo, inclusive para que se produza mais conhecimento. A partir daí, portanto, a empresa fica mais inteligente e com capacidade de agir diante da informação, sem esperar as “ordens de cima”. Carlos Fuentes, escritor mexicano, constata: “Vivemos num mundo de explosão da informação, mas de implosão do significado”!
Eliyahu Goldratt, consultor israelense, autor do bestseller “A Meta”, conta que perguntou a um leitor se ele já tinha implementado alguma das idéias propostas em seu livro. E a resposta foi que não. Goldratt, então, perguntou: “Por que não?” – E o leitor respondeu: “É porque o meu chefe não deixa!” – O mais irônico e paradoxal é que o mesmo chefe foi quem lhe tinha dado o livro de presente! – Isso tem um nome: chama-se conformismo!
Clemente Nóbrega, físico e administrador de empresas, pergunta e responde o seguinte: “De que adianta recomendar a alguém burro que fique mais inteligente? Na prática, a burrice consegue transformar em burrice até a inteligência contida nas boas recomendações que recebe!”
Este artigo pode produzir distúrbios físicos e emocionais em dirigentes que não podem ser contrariados e, principalmente, nos prepotentes, autoritários, obscurantistas, arrivistas e resistentes a mudanças!
Tags: Conhecimento, destaque, estrutura, Gestão Empresarial
Aqui espera-se a conexão entre a poesia x vida, e a física da vida, bem como o tema Educação, pois sou educador por natureza, ainda sem esquecer o tema Radiologia atuo numa escola de ensino de radiologia! Enfim, alunos, amigos, poetas e leitores em geral a página é nossa. Participem!...
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
O Eletromagnetismo de Maxwell: Um século de história e Aplicabilidade Tecnológica
O ELETROMAGNETISMO DE MAXWELL: UM SÉCULO DE HISTÓRIA E APLICABILIDADE TECNOLÓGICA.
• Por EDSON COSTA
a razão magnetogírica do elétron
Introdução. A física, como todas as ciências, desenvolve-se gradualmente ao longo do tempo, passando por crises, avanços e retrocessos, fracassos e sucessos. A história da ciência procura conhecer e compreender as transformações pelas quais a física passa ao longo do tempo pois a versão mais ingênua da história da física é a de que, em certos momentos, aparecem grandes gênios que vêem aquilo que outros não haviam visto, propõem grandes teorias e mudam o desenvolvimento do pensamento humano. Essa é uma visão simplista e equivocada, com importantes conseqüências (negativas) para a compreensão da própria natureza da ciência. Einstein, em 1905, publicou dois trabalhos que são considerados suas mais importantes contribuições para a teoria da relatividade especial sendo que nesses trabalhos não aparecia ainda a expressão "teoria da relatividade” (WHITTAKER,2001).Objetivo. O objetivo desta pesquisa é apresentar os princípios do eletromagnetismo numa perspectiva temporal – histórica .Metodologia. Os dados históricos foram obtidos através da revisão sistemática da literatura utilizando-se base de dados ( PUBMED, MEDLINE e SCIELO). Desenvolvimento.Os dados bibliográficos esclarecem que Einstein deu a um desses dois trabalhos o título "Sobre a eletrodinâmica dos corpos em movimento". Um físico bem informado, em 1905, ao ler esse título, compreenderia que Einstein estava discutindo um assunto que já havia sido abordado por outros autores anteriores (como Heinrich Hertz, Joseph Larmor, Max Abraham e Hendrik Antoon Lorentz); e que, como estes, tomava como ponto de partida o eletromagnetismo de James Clerk Maxwell. A teoria de Maxwell estudava os fenômenos eletromagnéticos utilizando os conceitos de campos elétricos e magnéticos, que eram considerados por ele como propriedades do éter – uma substância física especial, que preenchia todo oespaço. Em 1897, o físico inglês Joseph Larmor (1857-1942) demonstrou que o efeito de um campo magnético sobre partículas carregadas que descrevem órbitas circulares era o de superpor à freqüência precessional em torno do campo externo, conhecida desde então como Freqüência de Larmor, assim foram inúmeros os cientistas que deram continuidade ao seu trabalho (TAVARES,BATHISTA, NOGUEIRA, 1999). A expressão da frequência de Larmor do movimento de precessão nuclear é v = ω0/2π .Em 1921, Landé publicou um trabalho na Zeitscrift für Physik , no qual propôs uma modificação na freqüência de Larmor vL para poder explicar a anomalia que encontrara para a razão magnetogírica do elétron atômico na presença de um campo magnético externo, no entanto, Landé não foi capaz de apresentar uma base teórica para essa modificação proposta (MARTINS, 2005).Conclusão. É possível concluir que apesar do Eletromagnetismo de Maxwell ser conhecido a cerca de um século continua a despertar interesse e ser aplicado nas áreas tecnológicas sendo o seu estudo uma ferramenta importante no desenvolvimento de futuros cientistas.
Referências:
1.WHITTAKER, E. T., A history of the theories of aether and electricity, New York: Humanities Press, 1973; MILLER, A.I., Albert Einstein’s special theory of relativity, Reading: Addison-Wesley, 1981; Pais, A., Subtle is the Lord… The science and the life of Albert Einstein, Oxford: Oxford University Press, 1982; GALISON, P.L., GORDIN, M., KAISER, D. (eds.), Science and society: the history of modern physical science in the twentieth century. Volume 1: Making special relativity, New York: Routledge, 2001
2.TAVARES, MSB; BATHISTA,ALBS;NOGUEIRA,JS. Freqüência precessional em torno do campo externo/ Freqüência de Larmor. (resumo) VII ENCONTRO DE USUÁRIOS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR, Maringá (PR), 1999.
3.MARTINS, Roberto de Andrade. Física e História. Cienc. Cult., July/Sept. 2005, vol.57, no.3, p.25-29. ISSN 0009-6725.
Texto retirado do site : www.webartigos.com
EDSON COSTA
Possui graduação em Odontologia pela Faculdade de Santo Amaro atual Universidade de Santo Amaro (1985), mestrado em Patologia Clínica pela Universidade Guarulhos (1995), doutorado em Ciências Biomédicas - American World University of Iowa (2005) e doutorado em Complementary and Alternative Medicine - Touro University International-International College of Complementary Medicine-California (1999), especialização em Acupuntura pela Universidade de Ribeirão Preto (1997), especialização em Eletroacupuntura pela Universita Popolare di Messina - Itália (1997), Master in Business Administration em Tecnologia e Gestão Educacional pela ESAB -Vitória-ES (2003) ,especialização em Radiologia pela Academia Brasileira de Medicina Militar -HGESP (2002),especialização em Microbiologia pela Universidade Guarulhos (1992) e especialização em Patologia Clínica pela Universidade Guarulhos (1994). Tem experiência docente,desde fevereiro de 1986, nas áreas de Medicina, Odontologia , Fármacia, Enfermagem, Fisioterapia e outros cursos da área da saúde com ênfase em Ciências Patológicas , Diagnóstico por Imagem e Dor Craniofacial. Desenvolve pesquisas na área das ciências básicas com o objeto de controle dos mecanismos de doenças e da dor.Exerceu a função de Coordenador de curso de Tecnologia em Radiologia Médica na Universidade Paulista e na Faculdade Santa Marcelina .Atualmente é ,Professor -nível II do curso de Odontologia da Universidade Camilo Castelo Branco, Membro Titular da Sociedad Latinoamericana de Patologia , Associated member da Infectious Disease Society of America (EUA) , Fellow do Armed Forces Institute of Pathology-Washington (EUA).Post-Doctor in Oral Medicine (Pathology) pela GW University, Florida (EUA) , Full Professor (Livre-Docente) in Health Education/Biomedical Sciences pela Université Francophone Robert de Sorbon (França) e Pesquisador da Secretaria Especial Anti-Drogas da Presidência da República Federativa do Brasil.
• Por EDSON COSTA
a razão magnetogírica do elétron
Introdução. A física, como todas as ciências, desenvolve-se gradualmente ao longo do tempo, passando por crises, avanços e retrocessos, fracassos e sucessos. A história da ciência procura conhecer e compreender as transformações pelas quais a física passa ao longo do tempo pois a versão mais ingênua da história da física é a de que, em certos momentos, aparecem grandes gênios que vêem aquilo que outros não haviam visto, propõem grandes teorias e mudam o desenvolvimento do pensamento humano. Essa é uma visão simplista e equivocada, com importantes conseqüências (negativas) para a compreensão da própria natureza da ciência. Einstein, em 1905, publicou dois trabalhos que são considerados suas mais importantes contribuições para a teoria da relatividade especial sendo que nesses trabalhos não aparecia ainda a expressão "teoria da relatividade” (WHITTAKER,2001).Objetivo. O objetivo desta pesquisa é apresentar os princípios do eletromagnetismo numa perspectiva temporal – histórica .Metodologia. Os dados históricos foram obtidos através da revisão sistemática da literatura utilizando-se base de dados ( PUBMED, MEDLINE e SCIELO). Desenvolvimento.Os dados bibliográficos esclarecem que Einstein deu a um desses dois trabalhos o título "Sobre a eletrodinâmica dos corpos em movimento". Um físico bem informado, em 1905, ao ler esse título, compreenderia que Einstein estava discutindo um assunto que já havia sido abordado por outros autores anteriores (como Heinrich Hertz, Joseph Larmor, Max Abraham e Hendrik Antoon Lorentz); e que, como estes, tomava como ponto de partida o eletromagnetismo de James Clerk Maxwell. A teoria de Maxwell estudava os fenômenos eletromagnéticos utilizando os conceitos de campos elétricos e magnéticos, que eram considerados por ele como propriedades do éter – uma substância física especial, que preenchia todo oespaço. Em 1897, o físico inglês Joseph Larmor (1857-1942) demonstrou que o efeito de um campo magnético sobre partículas carregadas que descrevem órbitas circulares era o de superpor à freqüência precessional em torno do campo externo, conhecida desde então como Freqüência de Larmor, assim foram inúmeros os cientistas que deram continuidade ao seu trabalho (TAVARES,BATHISTA, NOGUEIRA, 1999). A expressão da frequência de Larmor do movimento de precessão nuclear é v = ω0/2π .Em 1921, Landé publicou um trabalho na Zeitscrift für Physik , no qual propôs uma modificação na freqüência de Larmor vL para poder explicar a anomalia que encontrara para a razão magnetogírica do elétron atômico na presença de um campo magnético externo, no entanto, Landé não foi capaz de apresentar uma base teórica para essa modificação proposta (MARTINS, 2005).Conclusão. É possível concluir que apesar do Eletromagnetismo de Maxwell ser conhecido a cerca de um século continua a despertar interesse e ser aplicado nas áreas tecnológicas sendo o seu estudo uma ferramenta importante no desenvolvimento de futuros cientistas.
Referências:
1.WHITTAKER, E. T., A history of the theories of aether and electricity, New York: Humanities Press, 1973; MILLER, A.I., Albert Einstein’s special theory of relativity, Reading: Addison-Wesley, 1981; Pais, A., Subtle is the Lord… The science and the life of Albert Einstein, Oxford: Oxford University Press, 1982; GALISON, P.L., GORDIN, M., KAISER, D. (eds.), Science and society: the history of modern physical science in the twentieth century. Volume 1: Making special relativity, New York: Routledge, 2001
2.TAVARES, MSB; BATHISTA,ALBS;NOGUEIRA,JS. Freqüência precessional em torno do campo externo/ Freqüência de Larmor. (resumo) VII ENCONTRO DE USUÁRIOS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NUCLEAR, Maringá (PR), 1999.
3.MARTINS, Roberto de Andrade. Física e História. Cienc. Cult., July/Sept. 2005, vol.57, no.3, p.25-29. ISSN 0009-6725.
Texto retirado do site : www.webartigos.com
EDSON COSTA
Possui graduação em Odontologia pela Faculdade de Santo Amaro atual Universidade de Santo Amaro (1985), mestrado em Patologia Clínica pela Universidade Guarulhos (1995), doutorado em Ciências Biomédicas - American World University of Iowa (2005) e doutorado em Complementary and Alternative Medicine - Touro University International-International College of Complementary Medicine-California (1999), especialização em Acupuntura pela Universidade de Ribeirão Preto (1997), especialização em Eletroacupuntura pela Universita Popolare di Messina - Itália (1997), Master in Business Administration em Tecnologia e Gestão Educacional pela ESAB -Vitória-ES (2003) ,especialização em Radiologia pela Academia Brasileira de Medicina Militar -HGESP (2002),especialização em Microbiologia pela Universidade Guarulhos (1992) e especialização em Patologia Clínica pela Universidade Guarulhos (1994). Tem experiência docente,desde fevereiro de 1986, nas áreas de Medicina, Odontologia , Fármacia, Enfermagem, Fisioterapia e outros cursos da área da saúde com ênfase em Ciências Patológicas , Diagnóstico por Imagem e Dor Craniofacial. Desenvolve pesquisas na área das ciências básicas com o objeto de controle dos mecanismos de doenças e da dor.Exerceu a função de Coordenador de curso de Tecnologia em Radiologia Médica na Universidade Paulista e na Faculdade Santa Marcelina .Atualmente é ,Professor -nível II do curso de Odontologia da Universidade Camilo Castelo Branco, Membro Titular da Sociedad Latinoamericana de Patologia , Associated member da Infectious Disease Society of America (EUA) , Fellow do Armed Forces Institute of Pathology-Washington (EUA).Post-Doctor in Oral Medicine (Pathology) pela GW University, Florida (EUA) , Full Professor (Livre-Docente) in Health Education/Biomedical Sciences pela Université Francophone Robert de Sorbon (França) e Pesquisador da Secretaria Especial Anti-Drogas da Presidência da República Federativa do Brasil.
Devaneios

Onde estais você?!....
Nos empíreos de rosas e perólas!
Na imensidão do além,
Nem rogando -te, não vens?!....
Ou estais aqui,
Entre as ruas que desconheço?
Se fordes ainda uma criança
terei que esperar, que tu cresça?!....
Quem sabes?!...
Já nascera, poucos anos depois de mim
Tu verdes e queres-me, mas inibe-se
Talvez!
Tu nunca existirás e nunca existiras
Sendo assim, viverei amando, mas na imaginação!...
Luar Melancólico

Delicio o mel
E afago a bôca
Num suavizar de delícias
Esqueço as palavras e as reliquías
Fecho os olhos
Debruço-me sobre o muro
Da inspiração
E como rotina, lembro dela e dói meu coração
A noite canta fria
A lua encantadora
Deixo meus pensamentos voarem
E nos galhos dos devaneios pousarem
Uma gota de sereno
Salpica-me o rosto
Que contempla a noite e a lua
Sozinho, olhando da praça
As pessoas que passam na rua !
Pedaço de Poesia
De Que Adiantas
De que adiantas,
Suplicar-me novas poesias
Se elas, um dia fugirão de ti
Para não destruir tuas alegrias ?
De que adiantas
Meus desvelos e anelos,
Se a outros olhos, irei inflingir
Se até como amigos, nossos caminhos são paralelos?
De que adiantas,
Eu fazê-la chorar
Se ele, achar-se icapaz de poetar?
De que adiantas,
Minha namorada de olhos verdes, quando beijo-a, aflição
Lembro de nossos lábios, que nuca se encontrarão?!...
Suplicar-me novas poesias
Se elas, um dia fugirão de ti
Para não destruir tuas alegrias ?
De que adiantas
Meus desvelos e anelos,
Se a outros olhos, irei inflingir
Se até como amigos, nossos caminhos são paralelos?
De que adiantas,
Eu fazê-la chorar
Se ele, achar-se icapaz de poetar?
De que adiantas,
Minha namorada de olhos verdes, quando beijo-a, aflição
Lembro de nossos lábios, que nuca se encontrarão?!...
No Olvides
Assinar:
Postagens (Atom)


